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quarta-feira, 1 de junho de 2011

GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO

hOMENAGEADO



Na décima edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, a Academia Brasileira de Cinema homenageará Lucy e Luiz Carlos Barreto, o  "casal Barretão, referência carinhosa ao casal que faz parte da história do cinema brasileiro das últimas décadas. Nas palavras de Daniel Filho, "Não existe a história de um, sem o outro. Uma estória de amor e produção. “



Lucy Barreto, musicista, formada pelo Conservatório Nacional de Paris. Luiz Carlos Barreto, jornalista profissional, repórter e fotógrafo da revista O Cruzeiro nos anos 1950 e 1960.

Desse encontro, entre a música e a fotografia, ou seja, do som e da imagem nasceu à verdadeira vocação do casal: o cinema. Esta paixão foi transferida para a família - composta pelos filhos cineastas, Fabio e Bruno Barreto e pela produtora, Paula. Juntos o casal já produziu mais de oitenta filmes entre curtas e longas metragens e possuem uma intensa atuação no mercado cinematográfico brasileiro.

Nos anos 70, Lucy passou dedicar-se inteiramente ao cinema, exercendo diferentes funções na produção, até fixar-se como produtora executiva da empresa da família – a LC Barreto. Participa em todos os aspectos da produção, desde a análise de roteiro à pós-produção e lançamento no circuito exibidor?

Luiz Carlos Barreto é considerado um dos homens chave do chamado Cinema Novo e tornou-se um dos mais influentes produtores de cinema do Brasil. Nascido em 1928, no interior do Ceará, descobriu sua vocação cinematográfica como fotógrafo da revista O Cruzeiro nos anos 1950 e 1960.

Em 1961, iniciou no cinema com O Assalto ao Trem Pagador, filme dirigido por Roberto Farias do qual foi co-roteirista e co-produtor. Como diretor de fotografia participou de Vidas Secas de Nelson Pereira dos Santos. A partir daí, produziu diversos longas importantes como Terra em Transe, de Glauber Rocha, Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos, Dona Flor e Seus Dois Maridos e O Que É Isso Companheiro, de Bruno Barreto, Bye Bye Brasil, de Cacá Diegues, Menino do Rio, de Antônio Calmon, O Quatrilho, de Fábio Barreto.

O casal se mantém ativo na formulação de políticas para a produção nacional.

VENCEDORES

Melhor curta-metragem de animação: “Tempestade”, de Cesar Cabral
Melhor curta-metragem documentário: “Geral”, de Anna Azevedo
Melhor curta-metragem de ficção: “Recife frio”, de Kleber Mendonça Filho
Melhor longa-metragem estrangeiro: “O segredo dos teus olhos” (Argentina / Espanha), de Juan José Campanella
Melhor efeito visual: Darren Bell, Geoff D. E. Scott e Renato Tilhe, por “Nosso lar”
Melhor longa-metragem infantil: “Eu e meu guarda-chuva”, Toni Vanzolini
Melhor figurino: Kika Lopes, por “Quincas berro d’água”
Melhor direção de arte: Adrian Cooper, por “Quincas berro d’água”
Melhor som: Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Leandro Lima, por “Tropa de elite 2″
Melhor trilha sonora: Guto Graça Mello, por “O homem que engarrafava nuvens”
Melhor trilha sonora original: Jaques Morelenbaum, por “Olhos azuis”
Melhor montagem ficção: Daniel Rezende, “Tropa de elite 2″
Melhor montagem documentária: Raphael Alvarez, por “Dzi croquetes”
Melhor fotografia: Lula Carvalho, por “Tropa de elite 2″
Melhor longa-metragem documentário: “O homem que engarrafava nuvens”, de Lírio Ferreira
Melhor atriz coadjuvante: Cássia Kiss, por “Chico Xavier”
Melhor ator coadjuvante: André Mattos, por “Tropa de elite 2″, e Caio Blat, por “As melhores coisas do mundo”
Melhor roteiro original: Bráulio Mantovani e José Padilha, por “Tropa de elite 2″
Melhor roteiro adaptado: Marcos Bernstein, por “Chico Xavier”
Melhor atriz: Glória Pires, por “Lula, o filho do Brasil”
Melhor ator: Wagner Moura, por “Tropa de elite 2″



Melhor direção: José Padilha, por “Tropa de elite 2″
Melhor longa-metragem de ficção: “Tropa de elite 2″, de José Padilha
Voto popular – Melhor longa-metragem estrangeiro: “A rede social”, de David Fyncher
Voto popular – Melhor longa-metragem documentário: “Dzi croquetes”, Tatiana Issa e Raphael Alvarez
Voto popular – Melhor longa-metragem nacional: “Tropa de elite dois″, de José Padilha


NOTÍCIAS

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PRÊMIO DE PRESERVAÇÃO


O Prêmio Especial de Preservação da décima edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro vai para a CINEOP - Mostra de Cinema de Ouro Preto.



Pioneira no circuito de festivais a destacar em sua programação o patrimônio cinematográfico brasileiro através da exibição de clássicos de nosso cinema, a CINEOP tornou-se um importante instrumento da preservação, memória e identidade da cultura brasileira em contraponto ao cinema moderno nos mais diversos gêneros e formatos.

Além da Mostra, a CINEOP promove o Encontro de Arquivos e Acervos Audiovisuais Brasileiros que reúne profissionais de diversos estados para discutirem a criação do Plano Nacional de Preservação. Neste encontro são abordados temas relativos às políticas de preservação de imagens em movimento; desafios da preservação audiovisual em face da complexidade dos avanços tecnológicos; a preservação audiovisual na formação profissional técnica e universitária, entre outros assuntos.

Em 2008, no âmbito da Mostra, foi fundada a Associação Brasileira do Audiovisual (ABPA), que prima pela salvaguarda do patrimônio audiovisual brasileiro, instrumento essencial e estratégico do desenvolvimento da sociedade e da cultura brasileira.


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